Review | Vagabond #01 (Panini)



                             (Provavelmente, esse review conterá alguns spoilers)

       Nesse ano, comecei a me aventurar no mundo dos mangás. Comecei por One - Punch Man 
(Que vou tentar trazer um review com minha insignificante opnião sobre o primeiro volume, um dia desses). E consegui encontrar essa semana a primeira edição de Vagabond. Pra quem, como eu não faz a mínima ideia do que se trata esse mangá, aqui vai uma breve sinopse:

        O mangá busca contar a vida de Miyamoto Musashi, um lendário espadachim (Tido pra alguns como o melhor, mas... sei não) que é o maior representante do bushido, 
o "caminho do guerreiro". 
      
       
Antes mesmo de adotar esse nome, ele era Shinmen Takezo, um jovem extremamente habilidoso, que venceu o primeiro oponente aos 13 anos. Mas que era extremamente arrogante, incapaz de aceitar qualquer conselho de outros espadachins. Ele era descrito como um selvagem, quase um demônio, característica que é extremamente abordada nesse primeiro volume.O mangá começa logo após a batalha de Sekigahara, um embate real que ocorreu em 1600 entre as forças de Tokugawa Ieyasu, que buscavam tomar o poder das mãos de  clã Toyotomi. Foi um confronto de amplas proporções, com numeros estimados em mais de 100 mil soldados. Vemos que o Takezo foi para a batalha com o intuito de cortar a cabeça de algum general importante a fim de provar seu valor., junto com Hon'iden Matahachi. Só que essa empreitada não dá muito certo. A primeira parte termina com Matahachi e Takezo sendo resgatados por uma garota. Merece destaque a luta entre Takezo e três samurais genéricos, magistralmente desenhada.


Se fosse um episódio do Didi, esse golpe teria repetido umas três vezes


         Em seguida, Takezo acorda na casa de Okoo (Não o que o Paulo Guina deixou no Jailson), uma viúva que vive de coletar os despojos da guerra, "Roubando dos corpos". Ela recebe uma visita de Tsujikaze Tenma, um bandido responsável por matar seu marido. Takezo entra em combate com o bando, e acaba matando Tsujikaze. Matahachi mata um bandido e... só. Pode ser que nas próximas edições ele tenha um papel maior, mas... nessa não.Temendo uma retaliação, Matahachi e Okoo decidem seguir um caminho diferente do de Takezo, que volta pra a vila de Miyamoto. Na vila, ele decide avisar a Otsu, mãe de Hon'iden que seu filho está vivo. Em troca, Otsu entrega Takezo ao Comandante Aoki, porque sim. A edição termina com os soldados de Aoki indo capturar Takezo. Ele está encurralado, e avisa que "quem vier pra cima, ele mata".                   




Veredito:
Vagabond é espetacular, sem mais. Pra uma primeira edição de mangá ele se supera. Alem de apresentar a ideia central, o mangá acaba por comprar o leitor. A arte é extremamente detalhista.Apesar de ter um grande interesse pelo universo dos samurais, meu conhecimento sobre eles se limita ao filme com o Tom Cruise. E esse primeiro volume de Vagabond já despertou meu interesse por buscar mais. Tive que voltar na banca pra pegar a segunda edição, assim que terminei a primeira. A arte do Takehiko Inoue é animal. Ele desenha cada folha diferente em uma floresta, cada pessoa com rugas de expressão.  Sobre a edição da Panini, bom... não sou capaz de estabelecer uma comparação entre as publicações anteriores ou mesmo sobre outros mangás. Mas esta edição, em minha opinião insignificante é um trabalho espetacular, do tipo que dá gosto de ostentar na estante. Espero que mantenham o padrão. Mas ainda não me acostumei ao padrão oriental da leitura...

Nota Geral: 
5/5

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